
Após o sucesso dos monolugares Ferrari com motores de quatro cilindros e dois litros nos Campeonatos do Mundo de Fórmula 1 de 1952 e 1953 – então apenas um campeonato de pilotos – era inevitável que esta solução fosse também adoptada pelos automóveis de Sport da marca de Maranello. Até então, a Ferrari apostara exclusivamente nos operáticos V12, capazes de um desempenho em altos regimes que os motores mais simples e com menos cilindros não conseguiam acompanhar. Todavia, nos traçados mais sinuosos, em que as transições entre as travagens e as acelerações eram mais frequentes, era possível fazer melhor. Aurelio […]