
O tribunal Local Criminal de Lisboa condenou, na quarta-feira, 16 de outubro, Joana Mascarenhas pelo crime de violência doméstica. A influenciadora usou as redes sociais para revelar o ‘truque’ que usava para interromper as birras da filha de três ano e meio: mergulhando-a em água fria no banho, vestida, ou na piscina.
Como avança o Jornal de Notícias, Joana Mascarenhas foi condenada a dois anos e meio de pena suspensa, tendo a defesa revelado que irá recorrer da decisão.
Recorde-se que, na acusação, o Ministério Público alegou que a influenciadora teve intenção de molestar “física e psiquicamente” a filha, recorrendo a métodos que o acusador público relata como “indigno, inesperado e suscetível de lhe causar frio, choque térmico, desconforto, angústia e de a atemorizar”.
A procuradora do caso defende que esta conduta – caracterizada por castigos “exagerados” em vez de “um meio pedagógico adequado à idade” – pode por em perigo o “saudável crescimento psíquico” da menor.
Na origem de todo este processo esteve a revelação foi feita pela própria influenciadora e mãe da menina em direto nas redes sociais.“Eu não disse nada [à criança], eu nem ameacei, eu peguei nela e submergi-a na piscina até aqui”, revelou num vídeo que partilhou no Instagram. ‘Aqui’ referia-se, então à zona por por baixo do queixo, deixando a cabeça da filha de fora da água. Uma prática que a influenciadora acrescentou ainda não ter sido episódio único, caso que gerou contestação, polémica e uma queixa formal por parte do acusador público.
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