
Percorra a galeria e veja as nossas sugestões de livros para este verão. [Fotografia: Shutterstock]

'As Crianças Invisíveis', de Patrícia Reis (D. Quixote): Depois de 'A Construção do Vazio'(2017), Patrícia Reis regressa com um novo romance sobre adopção, maus-tratos e abandono. A narrativa é construída a partir da história, e do olhar de M., uma criança que se habitua a ser devolvida por famílias sucessivas, que acaba por crescer numa instituição de acolhimento e cujo percurso,e as cicatrizes, seguimos até à idade adulta. Leia a entrevista com a autora.

'Em Queda Livre', de Jennifer Weiner (Bertrand Editora): Allison Weiss poderia ser a nossa mãe, uma amiga, uma mulher que conhecemos ou mesmo qualquer uma de nós. Ela é a protagonista do livro 'Em Queda Livre, de Jennifer Weiner, autora bestseller do New York Times, e tal como muitas mulheres é a típica mãe trabalhadora que tenta conciliar a família com o trabalho. O Delas.pt falou com a autora, numa entrevista que pode ler aqui.

'Eu Sou a Minha Poesia', de Maria Teresa Horta (D. Quixote): Esta antologia pessoal, editada em abril, reúne uma selecção feita pela autora dos poemas que considera serem os essenciais da sua obra. Um percurso poético, iniciado em 1960, de cunho marcadamente feminista e erótico, uma poesia de intervenção e desobediência, que dá voz ao imaginário e ao desejo da mulher e uma obra literária ímpar, que, pela sua atualidade, continua na vanguarda da poesia portuguesa.

'Kentukis', de Samanta Schweblin (Elsinore): Por duas vezes finalista do Prémio Internacional Man Booker, uma das quais este ano, a escritora argentina, de 41 anos, lançou rencentemente o seu quinto livro e segundo romance, 'Kentukis", que expõe os limites e os perigos de uma sociedade hipertecnológica, explorando os medos sociais do século XXI, numa história de 'voyeurismo' com contornos sombrios. Leia aqui a entrevista com a autora.

'Jogos Cruéis', de Jodi Picoult (Bertrand): É considerado um dos seus melhores livros, pelos fãs, e já está publicado em Portugal. 'Jogos Cruéis' conta a arrepiante e controversa história de como um homem pode ser condenado duas vezes por um crime de abuso sexual que supostamente não cometeu. Através de uma narrativa cheia de reviravoltas, Jodi Picoult leva o leitor a refletir sobre o poder da mentira e da sua capacidade de destruir a vida de pessoas inocentes.

'Sophia', de Isabel Nery (Esfera dos Livros): No ano em que se assinala o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen, a Esfera dos Livros publica a primeira biografia da poeta, escrita pela jornalista Isabel Nery. Lançada no íncio de maio, a biografia traça o perfil e o percurso da eclética autora de poesia, literatura infantil, contos, ensaios e teatro, revisitando alguns dos lugares que mais a marcaram.

‘O Processo Violeta’, de Inês Pedrosa (Porto Editora): No seu mais recente romance, a autora inspira-se na história real de uma professora americana que, nos anos 90, se apaixonou por um aluno adolescente, 22 anos mais novo, de quem engravidou. No livro de Inês Pedrosa a história passa-se no Portugal do final da década de 1980, entre Violeta, uma professora de 32 anos, e o seu aluno Ildo, de 14, filho de uma mãe solteira cabo-verdiana, e do qual engravida. O 'Insubmisso', novo jornal de uma elite em ascensão, perseguirá a história e descobrirá que o pai de Ildo é um cavaleiro tauromáquico aristocrata. Ao mesmo tempo que o escândalo se desenrola, Ana Lúcia, amiga de Violeta, sofre num silêncio absoluto, a sua violação por um outro aluno de 14 anos da mesma escola. Leia aqui entrevista com a escritora.

'Atrás da porta e outras histórias', de Teolinda Gersão (Porto Editora): O novo livro de Teolinda Gersão, recentemente galardoada com o Marquis Lifetime Achievement Award, é um regresso a um género frequente na obra da escritora: o conto. Neste caso, são mais de uma dezena de curtas histórias que prometem cativar o leitor, desvendando o melhor e o pior da alma humana, no registo intimista e simultaneamente fluido a que a autora nos habitou.

'Hotel Silêncio', de Auður Ava Ólafsdóttir (Quetzal): Jónas Ebeneser está no limiar dos 49 anos, é divorciado, heterossexual, sem relevância social ou vida sexual. Recentemente descobre que não é o pai biológico da sua filha, o que o faz mergulhar numa crise profunda. Ólafsdóttir mostra neste romance a capacidade de autorregeneração de um homem que redescobre um sentido para a vida através da bondade, ainda que partindo do desespero. Leia a entrevista à autora.

'Leonardo da Vinci e as Mulheres', de Kia Vahland (Temas e Debates): A autora e historiadora da arte Kia Vahland dá-nos a conhecer que, séculos antes dos movimentos de emancipação femininos, Leonardo da Vinci desenvolveu na sua pintura a imagem da mulher moderna. Este génio universal, e criador da lendária Mona Lisa, revela, na sua arte, a mulher moderna como a contrapartida do homem, em plena igualdade. Segundo a historiadora, Da Vinci retratou as mulheres como o mundo ainda não as conhecia, inventando a imagem da mulher autónoma com ideias próprias, a mulher bela e autoconfiante mas também vulnerável que encara diretamente o homem a partir da tela.

'Stranger Things: Mentes Inquietas', Gwenda Bond: "Se pensa que conhece a história da mãe de Onze, prepare-se para entrar no Mundo ao Contrário, nesta emocionante prequela da série de êxito estrondoso da Netflix, Stranger Things". Assim anuncia a editora o novo livro, lançado pouco antes da mais recente temporada da série. Na história que este livro conta, Terry Ives e Martin Brenner travam uma guerra diferente das que surgem no meio das tensões da década de 70. Aqui o campo de batalha é a mente humana. Leia a entrevista com a autora.

'Devoção', de Patti Smith (Quetzal): Recentemente foi lançada também a edição portuguesa de mais um livro da lenda feminina do rock, Patti Smith, que atua no festival de Paredes de Coura, a 17 de agosto. Editado originalmente em 2017, com o título 'Devotion', esta obra revela e explora o processo criativo da artista, inclui uma história de obsessão, antecedida por um ensaio, e registos biográficos que mostram a paixão da cantora pela escrita. No livro, Patti Smith partilha memórias das suas viagens literárias.

'A Menina que Roubava Morangos', de Joanne Harris (ASA): Vinte anos depois da publicação do aclamado 'Chocolate', a autora inglesa retoma a série que a catapultou para a fama.'A Menina que Roubava Morangos' apresenta-se como um romance sobre a força do passado, o poder da memória e a aceitação das marcas que a vida deixa em cada um. "Há magia no ar, luz e sombra, vingança e amor neste quarto volume da série 'Chocolate'. Leia, ou releia, um excerto da obra aqui.

'Sexo Real', de Mike Lousada e Louise Mazanti (Nascente). E se o mindfulness pudesse ser aplicado à sua vida sexual e reforçar o erotismo? Os sexólogos e psicoterapeutas Mike Lousada e Louise Mazanti propõem uma visão completamente nova da intimidade. Neste livro, estabelecem sete métodos para aprendermos a ser verdadeiros connosco e com os nossos parceiros. O objetivo é o "sexo real", por oposição aos estereótipos e comercialização do mesmo. Sexo traduzido em "intimidade física e emocional, profunda e significativa".

'As Filhas da Floresta', de Alaitz Leceaga (ASA). O quinto romance da escritora espanhola, que se tornou um fenómeno editorial ainda antes de ser publicado, conta a história de duas irmãs gémeas que vivem à sombra de uma maldição. A protagonista é uma mulher que desde a infância, na década de 1920, aos meandros do poder nazi durante a II Guerra Mundial, viajando de Espanha aos EUA, passando por Inglaterra, trava uma luta para defender o legado que lhe corre no sangue.

'Imortalistas',de Chloe Benjamin (Planeta): 'Se soubesse a data da sua morte, como viveria a sua vida?'. É este o ponto de partida da história de quatro irmãos pré-adolescentes que têm um encontro com uma vidente que lhes diz exactamente quando vão morrer. Essa informação acaba por moldar a vida de cada um, interferindo nas escolhas que as personagens fazem a partir do momento em que conhecem a data do seu fim. Leia um excerto do livro aqui.

'Inferior', de Angela Saini (Desassossego): Formada em engenharia pela Universidade de Oxford e em Ciência e Segurança pelo King’s College, Angela Saini é uma prestigiada jornalista e o seu mais recente livro, que chegou agora a Portugal, desvenda uma nova visão de ciência na qual as mulheres são incluídas em vez de excluídas. 'Inferior' desmistifica preconceitos assentes em teses científicas de outrora, que influenciaram a forma como as mulheres ainda hoje vistas e como se veem a si mesmas. Veja a entrevista aqui.

'Quando Leres Isto', de Mary Adkins (Bertrand): Durante anos, Iris Massey trabalhou lado a lado com Smith Simonyi. Mas Iris morreu, vítima de cancro, com apenas 33 anos. À deriva sem a sua amiga e colega, Smith fica surpreendido quando descobre que Iris, nos últimos seis meses de vida, criou um blogue com reflexões perspicazes e, normalmente bem-humoradas, acompanhadas por um pedido final: Smith devia publicar em livro os seus posts. Para o poder fazer, tem de obter autorização de Jade, a irmã mais velha de Iris, o que vai ser um desafio.

'Miga, Esquece Lá Isso!', de Clara Não (Ideias de Ler): Autêntico manifesto a favor da independência feminina, o livro desta ilustradora portuense está cheio de mensagens de amor-próprio e de indignação, acutilantes, feministas e, acima de tudo, cheias de humor. Leia a entrevista com a autora e conheça melhor o seu livro.

'Regresso à Casa de Verão', de Jude Deveraux (Bertrand): Bestseller do New York Times, o novo livro da autora americana trata a história de três mulheres com um elo comum: um passado doloroso e uma vontade de reescrever a sua vida. Em 'O Regresso à Casa de Verão', o leitor reencontra Madame Zoya – personagem do livro 'A Casa de Verão' – que com os seus poderes místicos, e o apoio da sua irmã Primrose, ajuda as três mulheres a viajarem ao passado, para poderem alterar a história dos seus antepassados e, em parte, também o curso das suas.

'A Nossa Casa Está a Arder', de Greta Thunberg (Editorial Presença): O livro da mais conhecida ativista em prol do ambiente e do combate às alterações climáticas já chegou às livrarias portuguesas. "Quero que entrem em pânico. Quero que ajam como se a nossa casa estivesse a arder. Porque está", afirma a jovem sueca que discursou para os líderes mundiais e iniciou a sua luta contra as alterações climáticas, arrastando milhares de jovens por todo o mundo, em greves e protestos estudantis.

'Nome de Código Lise, de Larry Loftis (Vogais): Baseado numa história real, o livro conta a história da espia mais condecorada da II Guerra Mundial. Em 1942, Odette Sansom, mãe de três meninas, decide seguir o exemplo do pai, na I Guerra Mundial e torna-se agente SOE — Executivo de Operações Especiais — para ajudar a Grã-Bretanha, e a sua amada pátria, a França. Após cinco tentativas falhadas e um acidente de avião, Odette desembarca por fim na França ocupada para dar início à sua missão.

'Aqui, Agora, Sempre', de Catherine Isaac (Bertrand): Esta é a hirtória de uma mãe, Jess, e de William, o seu filho de dez anos. Os dois vão passar o verão no Château de Roussignol, onde Adam, o ex-namorado de Jess e pai de William, gere um hotel de charme situado num castelo recuperado. A ida de Jess a França visa aproximar Adam do seu próprio filho, mas este tem outras ideias - e outra namorada. Jess, atormentada por um segredo que não pode partilhar, sobretudo com William, fará tudo para que Adam não desiluda o filho.

'Kindfulness',de Padraig O'Morain'(Nascente): Quando juntamos compaixão (kindness) e consciência plena (mindfulness), o resultado é Kindfulness. Neste livro,o psicoterapeuta Padraig O'Morain defende que através de práticas de mindfulness e com exercícios muito simples, pode diminuir os níveis de stress, melhorar a relação com os outros e riscar a negatividade da sua vida. A poderosa ligação entre a autocompaixão e o estado de consciência plena irá torná-lo o melhor amigo de si próprio e, com isso, uma pessoa muito mais feliz. Inclui um plano de 7 dias.

'Autobiografia', José Luís Peixoto (Quetzal): Um jovem escritor, José, é incumbido de escrever a vida do consagrado escritor, José. Este é o ponto de partida do livro que marca o regresso de José Luís Peixoto ao romance, quatro anos depois de Em Teu Ventre (2015) e de um interregno pelo mundo da não-ficção, com O Caminho Imperfeito (2017). Escrito como uma história dentro da história, este livro junta o autor ao mais reconhecido dos escritores portugueses, José Saramago.

'Feminismo para os 99% - Um manifesto', de Nancy Fraser, Tithi Bhattacharya e Cinzia Arruzza (Objetiva): Escrito por três investigadoras e promotoras da Marcha das Mulheres, nos EUA, este livro questiona a atual agenda feminista, segundo as autoras, centrada em apenas 1% da população, com o foco no 'glass ceiling' da elite política, financeira e empresarial mundial. Defendendo a urgência de um novo feminismo, as autoras propõem o resgatar do verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie a maioria da população e que lute por um mundo mais justo.

'Amantes de Buenos Aires', de Alberto S. Santos (Porto Editora): Em 1901, a história de Elisa e Marcela deixava o país vizinho em choque. Duas mulheres, naturais da pequena vila de Dumbria, na Galiza, tinham enganado a Igreja Católica e casado uma com a outra. Procuradas pela justiça espanhola e em fuga das autoridades, fogem para o Porto, tendo sido defendidas pela população e pelas autoridades. Mas acabam por ser presas, julgadas e absolvidas. Em 1902, "o casal sem homem", como o povo chamava, tem uma filha. Uma história surpreendente que marca o regresso do conhecido autor de romances históricos.

'Laços de Sangue', de Sidney Sheldon (ASA): Para fãs de suspense e intriga, o verão traz a edição de um dos maiores bestsellers de todos os tempos e, segundo o Guiness, do escritor mais traduzido de sempre. 'Laços de Sangue' é um dos livros mais aclamados do autor e produtor americano. Neste livro, cuja ação que vai de Istambul a Nova Iorque, Sidney Sheldon faz um retrato de uma família tomada pela ambição, onde se ocultam alianças mortais que Elizabeth, filha do magnata Sam Roffe, e única herdeira da sua fortuna, tem de combater e superar.

'No Passado e no Futuro Estamos Todos Mortos', de Miguel Esteves Cardoso (Porto Editora): Não se deixe enganar pelo título. Este não é um livro triste, apesar da evidência da finitude humana. Pelo contrário. Celebra a vida, que "não é a melhor coisa que temos: é a única", escreve o autor. Um elogio ao presente, em mais de 200 crónicas, organizadas em 11 capítulos, que nos convidam a celebrar a existência, na sua diversidade e condição efémera.

'Raparigas Como Nós', de Helena Magalhães (Planeta): A escritora e jornalista Helena Magalhães cresceu, como tantas de nós, numa época onde não existiam redes sociais como o Facebook, o Instagram e o Tinder. Ainda que estas façam hoje parte da sua realidade - como da todas nós -, a escritora quis recuar à última década do século XX, aos primórdios das redes na internet, e longe do seu poder atual, para contar uma história de amor adolescente, onde se cruzam as experiências da juventude (festas, festivais de verão, drogas, amizades e traições) e diferentes cidades (Lisboa, Cascais e Madrid).

'Viva a Vida', de Fernanda Serrano (Oficina do Livro): Seis anos depois do bestseller 'Também Há Finais Felizes', que vendeu mais de 80 mil exemplares,a atriz Fernanda Serrano lança 'Viva a Vida', um livro de memórias, onde pontuam os principais episódios dos seus 45 anos. Dos cheiros do Alentejo aos dos sabores de uma vida, passando pelas memórias da infância como “maria rapaz”, misturam-se com recordações dos tempos de modelo em Barcelona, que passam depois pelo teatro, cinema e televisão. O livro conta também a superação dos dias de doença - a atriz sobreviveu a um cancro, amenizada com os dias de casa cheia e as crianças a crescer.

'Está Tudo F*dido', de Mark Manson (Desassossego): O autor do bestseller 'A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da' volta a desafiar-nos, com o seu habitual humor e erudição, a olhar para o mundo que nos rodeia e para o caos em que se encontra. Dissecando sobre política e religião, analisa a nossa relação com a tecnologia, o dinheiro e o entretenimento, questionando as definições de fé, liberdade e felicidade e esperança, no dias de hoje.

'A Casa de Charles Street', de Danielle Steel (Bertrand): Da popular autora americana, bestseller mundial, chega mais uma história que promete lágrimas e sorrisos. Na sequência do seu divórcio, Francesca teme perder a casa onde vive. A solução passa por alugar parte dela. Os seus inquilinos trazem, cada um, uma história diferente que vai ajudar Francesca, aos poucos, a reabrir o seu coração. Todas estas vidas que se cruzarão no nº. 44 de Charles Street não voltarão a ser as mesmas.

'A Arte de Viver Sozinha e Adorar', de Jane Mathews (Contraponto): Quem disse que viver sozinha tem de ser triste e deprimente? O novo livro da autora australiana é um guia inspirador para quem se depara, pela primeira vez, com esta circunstância de vida cada vez mais banal, mas ainda objeto de preconceito. Sobretudo se se trata de mulheres. No livro de Jane Mathews não há solteironas, há 'solistas' que tomam as rédeas da sua vida. Ao longo de mais de 200 páginas, ensina-se, entre conselhos abrangentes e dicas práticas, a desfrutar das maravilhas de viver sozinha.

'Amor e Poder - De Cleópatra a Grace Kelly', de Diana de Cadaval (Manuscrito): No seu novo livro, Diana de Cadaval (Duquesa de Cadaval) reúne 10 histórias de amor e poder, que mostram como aquele sentimento pode assumir muitas formas e transformar-se pelo poder. Se umas vezes é inspirador e avassalador, outras é sangrento e sofrido, feito de interesses, como espelha esta dezena de histórias, que ficaram na História, e que e autora escolheu trazer para o seu livro.
Se só agora vai de férias, eleja como desafio ler o maior número de livros que conseguir. Se já está de regresso, nada como usar as horas livres e o fim de semana para prolongar a sensação de dolce far niente, com um bom livro como companhia. As vantagens dos livros são várias e reconhecidas: ajudam o cérebro a desligar da rotina do trabalho, “alimentam-no”, estimulando-o e enriquecendo-o, e divertem e ensinam.
Opções não faltam, entre novidades, reedições, novos autores e regressos de escritores aclamados, dos mais variados géneros.
E o verão e as férias são a melhor altura para por a leitura em dia, tirar da prateleira aquela obra que trouxe da última Feira do Livro e preparar a estante para as novidades das rentrées literárias. Na realidade, muitas vezes o difícil é decidir por onde começar.
Na galeria, acima, deixamos 35 sugestões de leitura que podem ajudar a dissipar essa dúvida.