
A 5 de Maio, celebra-se mais um dia da mãe. Uma data celebrada há milhares de anos, que reflete o papel único que as mães têm nas nossas vidas, e que merece ser comemorada com todo o tempo do mundo.
“Mãe… São três letras apenas, as desse nome bendito”, escrevia Mário Quintana, elogiando o infinito existente numa palavra tão curta.
Nascemos a adorá-las, crescemos a discordar delas, tantas vezes, e foi com elas que aprendemos o amor que não cabe no peito. O olhar que fingia não ver quando lhe roubávamos o baton vermelho às escondidas ou os saltos mais altos, guardados no fundo do armário. O olhar que se embevecia quando lhe lançávamos os braços em torno do pescoço, no regresso da escola. O olhar que se afligia com as nossas dores, com os joelhos esfolados, na infância, e os corações partidos, mais tarde. Por vezes, só as compreendemos de facto depois de sermos mães. Ao descobrirmos nas nossas mãos, as mãos delas, os mesmos gestos: a mão que guia os primeiros passos, que afasta os medos, que acalma a febre. Como se o tempo não tivesse passado nunca e ainda ontem sentíssemos essas mãos nas nossas.
Mas o tempo passa. E entre emails, trânsito, reuniões e os afazeres do dia-a-dia, pode ser muito fácil perdermos-lhe o rasto. Esquecermo-nos do que verdadeiramente importa, aqueles momentos que não se repetem e que não queremos perder: o banho de um filho, um almoço demorado com a mãe, experiências tão simples e tão valiosas… Um relógio é, afinal, a forma mais fácil de manter o equilíbrio no dia-a-dia. Entre aquilo que temos de fazer e aquilo que não queremos deixar de viver. Uma forma de garantir que estamos presentes nos momentos que merecem ser celebrados, todos os dias ou em datas especiais, como esta, do dia da Mãe, cujas raízes remontam, pelo menos, à Grécia antiga.
Embora se celebre um pouco por todo o mundo, a data do Dia da Mãe varia consoante os países – sendo até feriado nacional em alguns. Em Portugal, é no primeiro domingo de Maio (mês da Virgem Maria), que se homenageiam as mães, mas a acreditar nos calendários do resto do mundo, bem poderia ser todos os dias.
E porque não? Se o tempo é o mais valioso presente de todos, aproveitemos todos os momentos para partilhar, celebrar e agradecer o amor, o carinho, o cuidado, a coragem, a dedicação e a entrega de uma mãe. Guardemos tempo, no tempo, para aquilo que verdadeiramente importa. E lembremo-lo com peças inesquecíveis, elegantes, construídas com materiais e técnicas pensadas para resistir ao tempo. Peças como os relógios ou a joalharia que a Boutique dos Relógios sugere, para esta data: modernos ou mais clássicos, discretos ou impossíveis de ignorar, mais coloridos ou com a elegância intemporal dos tons sóbrios. Peças que sejam um reflexo perfeito das nossas mães, para que todos os momentos contem, e para que possamos agradecer o tempo que nos deram, com mais tempo.
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