
Na origem da nova coleção de joias da Portugal Jewels está o alpendre Engawa, que pretende fazer coincidir o espaço interior e mais íntimo ao exterior, e que acaba de ser inaugurado no Centro de Arte Moderna (CAM) da Gulbenkian, em Lisboa. Numa evocação entre a arte portuguesa e a arquitetura japonesa, da autoria de Kengo Kuma, nascem novas propostas de joias – colar, brincos, anel, pulseira e alfinete – que pretendem celebrar a ligação.
“Esta coleção explora a fusão de técnicas tradicionais com design contemporâneo, criando joias que celebram a herança portuguesa enquanto abraçam a inovação”, refere o comunicado enviado às redações.
Para a fundadora da marca de joalharia, procura-se, através da exploração da “fusão entre o tradicional e o moderno”, “criar joias que integrem a arte no quotidiano das pessoas, tal como a Gulbenkian tem feito ao longo de décadas”. O objetivo, refere Joana Basto Gomes, é perpetuar o legado cultural e artístico de Portugal, preservando a herança enquanto inovamos no design”.
Disponível num expositor, presente no CAM, “a nova loja quer mostrar a produção contemporânea e dar espaço a novos criadores, colocando em diálogo jovens artistas e marcas estabelecidas. Nesse sentido desafiámos a designer Tamia Dellinger, finalista da AR.CO, e a Portugal Jewels, com quem temos vindo a trabalhar ao longo dos últimos anos, a conceber uma coleção que celebra o projeto emblemático do Centro de Arte Moderna Gulbenkian”, refere o porta-voz da Gulbenkian.